Turismo Religioso: Um novo caminho para o desenvolvimento do Pará
Atualizado: há 8 horas
Quando se fala na construção do Monumento à Virgem de Nazaré, é natural pensar primeiro na fé. Mas um projeto dessa dimensão pode representar muito mais.
Pode significar turismo, emprego, renda e desenvolvimento.

O Pará já possui algo que muitos lugares do mundo gostariam de ter: uma manifestação religiosa capaz de reunir uma multidão em torno de uma mesma devoção. O Círio de Nazaré demonstra a enorme força da fé do povo paraense.
O desafio é fazer com que parte dessa força também produza movimento turístico durante os outros meses do ano.
É justamente aí que entra o Monumento à Virgem de Nazaré.
A proposta é criar na Região Metropolitana de Belém um novo ponto de visitação religiosa, preparado para receber romeiros, famílias, grupos de excursão e turistas.
E quando o visitante chega, toda uma cadeia econômica pode ser movimentada.
Hotéis e pousadas recebem hóspedes. Restaurantes e lanchonetes recebem clientes. Motoristas de aplicativo, táxis, vans e ônibus turísticos transportam visitantes. Artesãos, vendedores, fotógrafos, guias e pequenos comerciantes encontram novas oportunidades.
Turismo religioso também é geração de emprego e renda.
Existem exemplos em várias regiões brasileiras de cidades que construíram uma parte importante de sua economia em torno da fé e da visitação religiosa.
O Pará já possui a fé. Já possui a tradição. Já possui Nossa Senhora de Nazaré profundamente ligada à sua história e à sua cultura.
O que propomos agora é acrescentar um novo patrimônio a essa história.
Um Monumento capaz de receber visitantes durante todo o ano e de ajudar a colocar a Região Metropolitana de Belém ainda mais fortemente no mapa do turismo religioso brasileiro.
Não queremos que o visitante venha apenas, veja e vá embora.
Queremos que ele permaneça. Que conheça nossa cidade. Que se hospede. Que experimente nossa gastronomia. Que compre nosso artesanato. Que conheça nossa cultura e outros destinos do Pará.
Porque quando o turismo cresce, o dinheiro circula e novas oportunidades podem surgir.
Por isso, quando perguntarem:
“Por que falar tanto na construção da Santa?”
A resposta é simples:
Porque não estamos falando somente de uma estátua.
Estamos falando de fé, turismo, emprego, renda e desenvolvimento.
O Círio passa. O Monumento permanece.
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